Coronavírus: quais os principais impactos e sequelas da crise?

Não há como falar em 2020 sem mencionar o Covid-19, vírus que começou na China e se espalhou pelos demais países, atingindo patamares sem precedentes. A maior urgência sanitária do século trouxe impactos econômicos e mudanças no mercado e, naturalmente, os investimentos também foram afetados pelo evento. Pensando nisso, reunimos neste artigo alguns dos principais impactos da crise do Covid-19.

Quais foram os impactos da crise do Coronavírus?

Além dos efeitos comportamentais da sociedade e saúde pública, a crise do Coronavírus causou impactos econômicos em cadeia, que foram sentidos por indivíduos e empresas.

Nesse momento, o planejamento financeiro ficou em evidência. Quem não tinha uma reserva de emergência provavelmente sentiu mais os impactos — especialmente diante da perda de emprego.

Para os investidores, houve quedas bruscas em ativos e derivativos. Dependendo das escolhas, foi possível sentir mudanças drásticas no desempenho da carteira.

Já as empresas passaram por quedas nos resultados. Serviços não essenciais tiveram que suspender temporariamente suas atividades presenciais. Para alguns negócios, em particular, foi algo que acelerou o modelo de trabalho à distância – e isso, em alguns casos, prejudicou bastante a geração de receitas e, em outros, contribuiu para a redução de custos fixos.

Além do mais, muitas indústrias passaram por períodos de desabastecimento de insumos nacionais e internacionais.

Como a pandemia impactou o mercado financeiro?

A crise do Coronavírus impactou o mercado financeiro e gerou mudanças nos investimentos. Afinal, todos foram afetados, em maior ou menor grau, e isso também se refletiu no comportamento e na performance de modalidades e produtos financeiros.

Logo no começo da crise, ainda em março, a bolsa de valores brasileira teve que ativar o circuit breaker em alguns pregões, devido à queda acentuada do índice Ibovespa.

A renda fixa também foi afetada pela situação. Como forma de lidar com o agravamento da crise, a taxa Selic passou por sucessivos cortes — chegando à mínima histórica de 2% ao ano.

Outro impacto foi a aceleração da inflação a partir do segundo semestre de 2020, o que acarretou a rentabilidade real dos investimentos.

Como o investidor pode encarar crises como essa?

A pandemia do Coronavírus foi uma realidade muito atípica. Contudo, ela não é o único motivo para uma crise acontecer, há outras situações que podem afetar diretamente o mercado.

Ainda que não seja possível prever, elas podem acontecer a qualquer momento — e normalmente surgem de maneira cíclica. Por isso, é importante o investidor estar preparado para lidar com adversidades no caminho, sabendo que as crises passam e sempre é possível aprender com elas.

Confira algumas dicas que podem ser úteis para o investidor em momentos crise.

Avalie sempre o seu perfil de investidor

Conhecer o seu perfil de investidor é essencial antes de realizar qualquer aporte. Pense em quem é conservador, mas aplicou dinheiro na bolsa antes da crise. Lidar com as quedas intensas em determinados momentos provavelmente foi difícil.

Portanto, faça uma avaliação para entender qual é a sua verdadeira tolerância ao risco. Se você for um investidor conservador, é sinal que tem baixo apetite ao risco e que prefere segurança e liquidez – mesmo que isso signifique limitar a rentabilidade.

Como investidor moderado, é normal estar disposto a correr um pouco mais de riscos, em troca da oportunidade de ganhar mais. Já o perfil arrojado prevê uma grande tolerância aos riscos e à volatilidade, em busca de retornos mais expressivos.

Defina objetivos de curto, médio e longo prazo

A sua carteira de investimentos deve refletir não apenas o seu perfil, mas também seus planos. Mesmo uma pessoa arrojada pode ter investimentos mais conservadores — por exemplo, para uma reserva de emergência. Em uma crise, ter parte do dinheiro alocado em investimentos de menor risco pode fazer diferença.

Logo, estabeleça o que você deseja alcançar no curto, no médio e no longo prazo. Escolha os investimentos mais alinhados com cada uma das suas metas.

Diversifique a carteira de investimentos

Ao falar sobre os objetivos, mostramos uma das principais estratégias para diluir os riscos do mercado financeiro: a diversificação de investimentos. Para se proteger da crise, isso é ainda mais importante.

O ideal é diversificar suas escolhas entre alternativas diferentes, para equilibrar a carteira. Uma das possibilidades ao fazer isso é conhecer os Fundos de Investimento.

Na Quantitas, você pode encontrar diferentes alternativas de investimentos. Como por exemplo, o Quantitas FIC FIM Mallorca, que é o nosso multimercado com múltiplas estratégias nos mercados de juros, moedas e bolsa.

Por sua vez, o multimercado Quantitas FIM Maldivas Long Short busca retornos no mercado acionário, sem possuir um posicionamento direcional ao índice Ibovespa. Enquanto isso, o multimercado Quantitas FIM Galápagos opera suas estratégias em juros locais e inflação, sem exposição ao câmbio ou à bolsa.

Por fim, o nosso fundo de renda variável também é uma opção de diversificação devido às ações que compõem sua carteira. O Quantitas FIA Montecristo possui estratégia long-only e tem um portfólio de ações que busca superar o desempenho do Ibovespa no médio e longo prazo.

Com possibilidades semelhantes a essas que apresentamos, é possível aumentar a diversificação do seu portfólio de investimentos. Como vimos, a crise do Coronavírus causou impactos em todos os setores e deixou a sua marca no mercado financeiro. Assim, é o momento de aprender com a situação e planejar os seus investimentos para o ano que está iniciando.

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