Como escolher um fundo de investimento? Confira 5 dicas!

Saber escolher um fundo de investimento nem sempre é uma tarefa simples. Afinal, existem possibilidades bastante diversas e o investidor precisa ter clareza para saber quais são as mais adequadas para o seu perfil. Confira abaixo 5 dicas importantes.

1. Verificar a adequação junto aos órgãos competentes

A gestão propriamente dita não é o único fator que você precisa observar sobre o funcionamento de um fundo de investimento. Na verdade, na hora de escolher um produto, o primeiro passo que você precisa tomar é verificar se as instituições responsáveis são regulamentadas e os produtos registrados na Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Acesse o site da CVM através do endereço www.cvm.gov.br e clique no link “Cadastro geral de regulados” para fazer esta busca.

Os fundos da Quantitas, por exemplo, estão devidamente inscritos e regulados, cumprindo todos os requisitos necessários pelos órgãos competentes.

Além disso, a Quantitas também é associada à Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais), entidade que contribui para a regulação do mercado financeiro brasileiro.

Isso tudo oferece mais segurança ao investidor. Afinal, disponibilizar seu patrimônio para ser gerido por profissionais é algo que demanda confiança. Então, além de observar as características do fundo e o histórico de rentabilidade, olhe também para a segurança oferecida.

2. Conhecer a gestora do fundo

A análise da empresa gestora do fundo se torna um dos elementos fundamentais a serem avaliados antes de tomar a decisão sobre o investimento. É importante, portanto, conhecer a equipe de gestão, sua experiência e também observar seus resultados históricos. Na Quantitas, por exemplo, nossos sócios acumulam mais de 15 anos de experiência no mercado financeiro e os principais executivos atuam juntos desde o início da empresa.

Vale destacar que os resultados históricos entregues por uma equipe de gestão não são garantia para desempenhos futuros. Contudo, conhecer o histórico dos diferentes fundos, seja nos períodos de alta ou até mesmo nas crises, contribui para que o investidor tenha mais informações sobre a consistência do trabalho realizado pela equipe ao longo do tempo.

3. Avaliar a estratégia do produto

A próxima dica é conhecer a(s) estratégia(s) adotada(s) na gestão do produto, lembrando de que existe uma diversidade de fundos disponíveis no mercado. É importante você saber que dentro de um mesmo segmento de fundo, como os multimercados, por exemplo, os produtos podem ou não apresentar estratégias variadas.

Na Quantitas, trabalhamos com fundos multimercados e de ações para os investidores pessoa física e jurídica. Quantitas FIC FIM Mallorca, por exemplo, possui múltiplas estratégias diversificadas nos mercados de juros, bolsa e moedas; por outro lado, o Quantitas FIM Arbitragem, atualmente fechado para captações, opera uma única estratégia na curva de juros.

É natural que existam alternativas para diferentes perfis de investidor, como as pessoas mais conservadoras e que buscam maior segurança ao aportar seus recursos podem preferir fundos com estratégias menos arriscadas. De outro lado, os que procuram maiores possibilidades de rendimentos e aceitam correr mais riscos costumam optar por fundos mais arrojados.

Seja qual for sua escolha, ler o prospecto do fundo e avaliar tudo com cuidado antes de investir é essencial. Além disso, não deixe de verificar se o perfil de risco do produto escolhido é compatível com seu próprio perfil de investidor (traçado a partir do Questionário Suitability fornecido pela instituição).

4. Conferir as taxas

Um fundo de investimento envolve toda uma estrutura para administrar o capital dos investidores. Por isso, o trabalho dos profissionais envolvidos é remunerado através das taxas cobradas – e este também é um dos pontos a ser avaliado pelo investidor no processo de escolha de um fundo.

A mais comum é a chamada taxa de administração, ela é o percentual cobrado sobre o patrimônio diário do fundo que remunera o papel da gestão e dos demais prestadores de serviço envolvidos na estrutura.

Um ponto importante ao avaliar as taxas é olhar para o custo-benefício do fundo. Como fazer isso? Basicamente, compare o valor cobrado ao trabalho (rentabilidade final) que é entregue. É normal que fundos de gestão ativa, como, por exemplo, os da Quantitas, cobrem taxas maiores que os fundos que possuem gestão passiva. Isso ocorre porque os fundos de gestão ativa são feitos para superar os índices de mercado (CDI, Ibovespa), enquanto os de gestão passiva são estruturados apenas para acompanhar o desempenho destes índices.

Além da taxa de administração, alguns fundos podem cobrar uma taxa de performance – quando a rentabilidade do fundo supera o desempenho do seu benchmark (seja ele o CDI ou Ibovespa). Elas só existem nos fundos de gestão ativa e somente são cobradas quando o gestor consegue entregar desempenho superior ao mercado.

5. Considerar a liquidez

Por fim, antes de escolher um fundo de investimento, você deve entender como funcionam alguns detalhes operacionais importantes, como as questões ligadas aos aportes e resgates.

Alguns fundos terão prazo de pagamento de resgate maior que outros. Se você tem o intuito de investir uma quantia para planos de curto prazo e, somado a isso, precisará receber o crédito na sua conta em pouco tempo a partir da solicitação, é interessante decidir por fundos com liquidez mais alta (ou seja, que pagam mais rápido).

Na Quantitas, nosso fundo de ações é o produto que possui o prazo de pagamento mais curto, efetuado em 5 dias úteis. Os multimercados, por sua vez, possuem prazo de resgate entre 15 e 30 dias corridos. Então, cabe ao investidor conhecer a política do fundo e verificar se ela está adequada às suas necessidades.

Acabamos de compartilhar 5 dicas sobre como escolher um fundo de investimento. Caso tenha qualquer dúvida no processo decisório, a equipe comercial da Quantitas está à disposição para atendê-lo. Não deixe de colocar essas orientações em prática!